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terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Não há pessoas ideais para nós



Concordo. Por isso não acredito num deus manipulador e feiticeiro, q escolhe com quem vc deve viver, e que te traz a pessoa ideal, não acredito em pessoa ideal, nem destino, nem alma gêmea, nem em cara metade. A única coisa q acredito é em ENCONTRO. acredito q nesse encontro deva haver uma busca de paz, justiça e alegria no Espírito Santo (disso é feito o Reino dos céus). Coexistir e cooperar, co-criar, sonhar. A vida é encontro e no mais é caminhar. é pedalar juntos. No mais é viver com "caixa zero", como diria um grande amigo meu. O caminho do Cristo é o do encontro. E essa graça me basta. #economiadoamor

domingo, 24 de novembro de 2013

Quem é e Onde está a Igreja?

Bom acordar já em comunhão com irmãos, os quais são mais que isso, são amigos. Café com amor falando de justiça socioambiental. Acordar na casa de gente q nos ajudar a ser gente. Nos permite e se permite ser o outro, o próximo, o abençoado e o abençoador. Não há igreja sem comunhão, pois este é o senso de existência e de viver. Mas há sim comunhão sem igreja, porque quando uma igreja é uma parede, um teto e um chão, então melhor é estar em outro lugar. No entanto, toda vez que estamos juntos e compartilhamos o pão, os recursos naturais, o espaço, e o tempo, e toda vez que estamos juntos e compartilhamos o "eu" e nos tornamos "nós", então somos igreja. Essa é a revolução da semente de mostarda. #pós-festa#clubelagoinha#rootsfestival#santateresa — com Luiz Carlos Andrade e outras 2 pessoas emBairro da Glória, Rio de Janeiro. 


"Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles". 

(...) "crê-me que a hora vem, em que nem neste monte nem em Jerusalém adorareis o Pai.
(...) Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem.
Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade".

(Jesus Cristo)

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Desobedientes Íntegros

Foto: Um dos religiosos insistiu pra que Jesus desse um pulinho em sua casa, pra bater um rango. O mais legal é que Jesus foi.
Quando estava lá, uma mulher da cidade que todo mundo sabia que não valia nada, sabendo que Jesus tinha entrado, deu um jeitinho de chegar discretamente perto de Jesus. E por estando por trás, chorava muitoooo, enquanto beijava os seus pés, enxugava suas lágrimas com seus próprios cabelos e então passava um perfume muito bom.

Ao ver esta cena, o religioso começou a falar baixinho: "Se Jesus fosse mesmo tão foderoso quando dizem, saberia que essa vagabunda aí não vale nada". Jesus já respondeu na hora: "Ô Simão. Deixa eu te perguntar uma coisa. Um cara tinha duas pessoas que o deviam. Um devia 500 reais e o outro devia 50. Como nenhum dos dois tinha como pagar as dívidas, o cara resolveu então perdoar geral. Aí te pergunto: Qual dos dois ama mais ao que perdou sua dívida?". Simão então respondeu: "Ah, o que foi mais perdoado, claro". E Jesus então completou: "Faz sentido seu raciocínio. Mas então pense comigo: desde que eu cheguei, você não me ofereceu nem uma ida ao banheiro pra eu lavar os pés sujos dessa terra aí fora, mas essa mulher, lavou meus pés com suas lágrimas e secou com seus cabelos. Você não me deu nem um abraço, mas ela tá aqui beijando meus pés sem parar."

"Por isso já vou avisando que os muitos pecados dela estão perdoados, por que ela entendeu com toda a sua força o amor, se dedicando a ele. Mas quem não ama assim, também pouco vai ser perdoado."

E disse à mulher: "Seus pecados estão perdoados. Pode ficar de boa."

E a galera passou a ficar perturbada, pensando quem afinal seria esse cara que se diz capaz de perdoar pecados. Retirado da Bíblia Freestyle.Um dos religiosos insistiu pra que Jesus desse um pulinho em sua casa, pra bater um rango. O mais legal é que Jesus foi.
Quando estava lá, uma mulher da cidade que todo mundo sabia que não valia nada, sabendo que Jesus tinha entrado, deu um jeitinho de chegar discretamente perto de Jesus. E por estando por trás, chorava muitoooo, enquanto beijava os seus pés, enxugava suas lágrimas com seus próprios cabelos e então passava um perfume muito bom.

Ao ver esta cena, o religioso começou a falar baixinho: "Se Jesus fosse mesmo tão foderoso quando dizem, saberia que essa vagabunda aí não vale nada". Jesus já respondeu na hora: "Ô Simão. Deixa eu te perguntar uma coisa. Um cara tinha duas pessoas que o deviam. Um devia 500 reais e o outro devia 50. Como nenhum dos dois tinha como pagar as dívidas, o cara resolveu então perdoar geral. Aí te pergunto: Qual dos dois ama mais ao que perdou sua dívida?". Simão então respondeu: "Ah, o que foi mais perdoado, claro". E Jesus então completou: "Faz sentido seu raciocínio. Mas então pense comigo: desde que eu cheguei, você não me ofereceu nem uma ida ao banheiro pra eu lavar os pés sujos dessa terra aí fora, mas essa mulher, lavou meus pés com suas lágrimas e secou com seus cabelos. Você não me deu nem um abraço, mas ela tá aqui beijando meus pés sem parar."

"Por isso já vou avisando que os muitos pecados dela estão perdoados, por que ela entendeu com toda a sua força o amor, se dedicando a ele. Mas quem não ama assim, também pouco vai ser perdoado."

E disse à mulher: "Seus pecados estão perdoados. Pode ficar de boa."

E a galera passou a ficar perturbada, pensando quem afinal seria esse cara que se diz capaz de perdoar pecados. Retirado da Bíblia Freestyle.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Na casa de meu Pai se vive em comunidade.


Na casa de meu Pai se vive em comunidade. Ou ainda, na comunhão em Deus, no seu amor, há acesso para todos viverem juntos. Ou ainda, onde Deus está se vive em comunidade, em comunhão. Possivelmente foi isso o que Jesus quis ensinar ao dizer: "Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar". O verso seguinte parece deixar mais claro esse entendimento: "E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também". Afinal de contas quando Jesus diz "Virei outra vez", ele está falando do Espírito Santo de Deus, o qual é o Espírito de Jesus, e nos faz ser morada dele, ao mesmo tempo em que Ele é a nossa morada, e assim sendo esteja onde estiver estamos Nele, com Ele e por Ele, e seu amor nos capacita a vivermos uns com os outros, pois Deus é comunidade.
 
Refletindo João 14: 2-3,

Jorge Tonnera Jr

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

"Eli, Eli, lama sabactani"

Ontem eu senti um pouco do grito final de Jesus quando ele clama dizendo: "Eli, Eli, lama sabactani". Pude perceber o seu "Deus meu, Deus meu, porque me desamparaste?". Apenas minha humanidade se jogando pra fora e se projetando...como Adão perdido sem saber pra onde olhar e se refugiar. Foi isso o que Jesus vivenciou e sentiu, de maneira mais intensa, naturalmente.
 
 

quinta-feira, 26 de julho de 2012

"Considerai como se vestem os insetos"

Se eu fosse parafrasear Jesus a respeito da ansiosa solicitude pela vida seria depois de ver essa foto mais ou menos assim: "E por que andais ansiosos quanto ao vestuário? Considerai como se vestem os insetos (...). Eu contudo vos afirmo que nem Salomão, em toda sua glória, se vestiu como qualquer um deles em seu orvário."(...) Bom, seria mais ou menos assim, e paro por aqui, por ora e continuo minha meditação na vida.rsss
A vida dos insetos retratada bem de perto por um fotógrafo amador muito talentoso. Isto, são gotas de orvalho. http://grn.vn/QgtRwm
 
Jorge Tonnera Jr.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Dance, Nietsche...Dance!!!

‎
"Nietsche disse que jamais poderia crer num Deus que não dançasse. E ele está c...erto. Estava. Porque Jesus de Nazaré é Deus que dança. O pai do filho pródigo não só manda botar um anel no dedo, sandália nos pés, a dar ao filho a melhor roupa, mas também manda matar um novilho cevado; mas também manda contratar a melhor banda da cidade; e chama os convidados. E é o irmão mais velho, que tem uma cabeça neuroticamente religiosa, como a dos fariseus, é que chega, e vê a festança, e se nega a entrar..." Caio Fabio D'Araújo Filho

domingo, 13 de maio de 2012

"Dizem historiadores que o mundo antigo não conhecia o sorriso. Mostrava a gargalhada do deus Baco ou o riso maldoso do deus Pan. O sorriso, comentam, foi introduzido pelo Cristianismo por causa da alegria da Ressurreição."
 
Leonardo Boff

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Documentário: Reze Para o Diabo Voltar Ao Inferno, inspirado em Leymah Gbowee

Essa dica eu li no site Cinema Cristão. http://www.cinecristao.com/2011/12/documentario-reze-para-o-diabo-voltar.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+blogspot%2FzJyHg+%28Cinema+Crist%C3%A3o%29
Documentário: Reze Para o Diabo Voltar Ao Inferno, inspirado em Leymah Gbowee


O documentário "Reze Para o Diabo Voltar Ao Inferno" conta a história da assistente social cristã, que professa a fé Luterana, Leymah Gbowee, ganhadora do prêmio nobel da paz em 2011. Ela organizou um movimento de mulheres que lutam pela paz na Libéria, no período de guerra Civil. Leymah foi inspirada em um sonho, onde Deus havia dito: "Reúna as mulheres e ore pela paz!" ela conta que ela e duas mulheres que trabalhavam na igreja Luterana, incluindo uma respeitada evangelista chamada Irmã Esther, estavam em seu sonho. A ativista conseguiu juntar em seu movimento mulheres muçulmanas e cristãs para lutar pacificamente pelo seu país para o fim da guerra e pelos direitos das mulheres. Em 2003 o movimento Women of Liberia Mass Action for Peace tiveram um papel de destaque na renúncia do Presidente Taylor e na transação de reconciliação da Libéria . Infelizmente o Cinema Cristão não encontrou o filme em DVD para venda no Brasil, mas ele já foi exibido por aqui no Festival Internacional de São Paulo em 17 de outubro de 2008. Leia a ficha técnica:
Sinopse: O documentário acompanha a trajetória de corajosas mulheres que lutam pela paz na Libéria, nação africana que sofre por anos de guerra civil. Combinando entrevistas e imagens de arquivos, o longa conta as memórias dessas mulheres.

Título Original: Pray the Devil Back to Hell
Direção: Gini Reticker
Gênero: Documentário
Duração: 72 min.
Origem: EUA
Tipo: Longa
Ano:2008
Assista o trailer Reze Para o Diabo Voltar Ao Inferno (s/legenda)

sábado, 26 de novembro de 2011

Saladas e abraços. O Mc Donald e a Vila Mimosa (puteiro)



Recentemente vi essa imagem via facebook... Descordei pelos dois lados. rss


Eu, como vegetariano flex que sou, comeria uma salada no McDonald (não pelo lugar e sim pelo alimento) e daria um abraço na prostituta. E por que não??? Aliás, um abraço na atendente do McDonald e comer uma salada com a prostituta também seria interessante...(ou pelo menos se me dessem essa oportunidade...)

Aliás, refletindo um pouco sobre essa coisa, e humanizando essa piadinha um tanto quanto de gosto duvidoso e sem sal (entendeu? hum? hum??) que alguém começou a compartilhar pelo facebook me fez pensar em outras coisas mais afundo.

Hora de "PEN-SAN-DO COM A VIDA". OOOiiii. Ri-riii (Ah, esse vício d imitador amador de Sílvio Santos.).

E lá vamos nós divagando aqui...

Nessa METASOCIEDADE em que grupos de pessoas muitas vezes saem aos fins de semana sendo algumas delas para fugir de suas vidinhas e encontram determinados ambientes formados por pessoas servindo ali suas vidas é de suma importância perguntar quem somos, o que nos propomos e o que fazemos. Seja no McDonalds ou no puteiro as pessoas estão dispondo seus corpos e suas vidas a uma clientela. Clientela essa que muitas vezes está fugindo de si mesmos. É sabido que o McDonald como símbolo mor de capitalismo é um mercado opressor sustentado pela clientela ávida em ser atendida as pressas e saciar-se, entupir-se no fim de semana para emagrecer durante a semana de trabalho. Alguma semelhança com o prostíbulo em que as pessoas vão saciar sua sede de prazer ao fim de semana e "desestressar a semana"??? O mesmo movimento que leva as pessoas a transarem num prostíbulo é muitas vezes o mesmo que leva as pessoas a uma praça de alimentação: Fugir da vida e lidar com o desprazer.

Isso sem falar dos prostitutos cultuais, termo bíblico que peço licença poética para usá-lo e ratificá-los atualizando para nossos dias. Aqui podemos exemplificar na figura do camarada que adora se mostrar cultuando seu jeito de ser/viver, suas filosofias de vida e sua imagem perante as pessoas, especialmente dentro de seu grupinho social e próximo a outros grupos.

Seja numa praça de alimentação ou num prostíbulo podemos ser tanto a prostituta quanto o cliente.

PS: Vila Mimosa é o nome do puteiro mais famoso aqui do Rio de Janeiro, localizado atualmente na Rua Ceará, Praça da Bandeira.

Graça e paz no serviço ao próximo.

Paz, amor e empatia,
Jorge Tonnera Jr.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

11/11/11: O Reino ou o teste psicotécnico?

11/11/11...sei lá, as pessoas podem crer no q quiser, em copo dágua, conchas, datas, papai noel, flamengo; sabe cada um com a sua, mas acho q o o coração das pessoas está vazio e desesperançoso ou esperançoso em coisas vazias. As pessoas de alguma forma encontram algo maravilhoso/espantoso no simples fato do calendário concindir números como se fosse algo sobrenatural.rss. E tipo elas esperam algo de spantoso, revolucionário, novo, uma mudança nessas datas "incríveis".  Não sabem que o Reino dos céus está próximo, como Jesus e seu arauto João Batista proclamavam em alta e boa esperança sonora? O Reino está pertinho, ele começa dentro de nós. É só querer. O mundo não acabou, o dia continua, nossa vida na mesma... Mas se a gente quiser através do Reino o mundo muda e nossa vida tmb. Se essa Mente Suprema, esse Deus q alguns acreditam ou o q queiram chamar precisa de números iguais uns do lado do outro ele tá mais pra um cara q saiu desses testes psicotécnicos e deve ser esses malucos q contam degraus em escadas. rsssss

Na esperança de Jesus Cristo,
 Ora Venha Teu Reino Senhor Jesus!

Jorge Tonnera jr

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

E Deus escreveu no chão...

Sim, Jesus Cristo é o Deus da empatia.

"E Deus escreveu no chão"...
Alan Brizotti

"Jesus inclinou-se e começou a escrever no chão com o dedo" (João 8.6)

A cena é devastadora: uma mulher desesperada, sentindo a morte rondar-lhe por todos os lados. Um grupo radical, legalista e sua armadilha dogmática e impiedosa. Olhares mistos: curiosidade, raiva, expectativa e até um certo êxtase macabro, afinal a multidão adora espetáculos dolorosos. A mulher, no centro de todos os ódios, na convergência efervescente de todas as teologias. O ápice do caos parece iminente. Parece...

Jesus também estava lá. Ele sempre está perto de quem sofre. É o Deus da empatia: do grego, "em" + "patos": dentro do sentimento. O Deus de todos os "ais". O Deus que se sensibiliza, que conhece os bastidores da fúria, as cavernas do medo, as raízes de amargura, as palavras que se mesclam aos gemidos, os sonhos destruídos, a dor em toda sua extensão.

Levaram uma mulher para ser morta dentro do Templo. Teologias da vingança, da fúria e do terror não respeitam geografias. Têm pressa para matar. São os caçadores de escândalos que Davi tão bem retratou no Salmo 35. 21: "Com a sua boca dizem: nós vimos, nós sabemos de tudo!" Gente triste que só consegue um mínimo de prazer ao destruir a alegria dos outros.

Eles queriam um espetáculo do terror, e Jesus lhes deu um: em suas próprias mentes: "Se algum de vocês estiver sem pecado, seja o primeiro a atirar-lhe uma pedra" (8.7). Em cada mente um tsunami de impurezas começa a jorrar. Somos feitos da mistura estranhamente complicada de imperfeições. Não podemos sair mirando, fulminando, julgando. Esses verbos são conjugados em nossas almas todos os dias.

Jesus, curvado, escreve no chão... Deus escrevendo no pó!

Foi a ação mais extraordinária que ele fez. E deu tão certo! Até hoje - séculos depois - ainda estamos olhando para aqueles rabiscos. Jesus tirou de cima da mulher TODOS os olhares. Ele a libertou da munição do olhar.

Silêncio. Talvez alguns soluços daquela mulher. O texto, a narrativa de João insiste em colocar a marca que os maldosos queriam tatuar nela: adúltera! Jesus não! Ele se levanta e a chama de "mulher" - devolve a dignidade que a marca queria roubar. Mulher! Então faz a pergunta que complementa o processo de liberdade: "Onde estão os teus acusadores? Ninguém te condenou?" Só condena quem julga - e Jesus não a julgou, ele a curou!

O Deus que escreveu no chão agora escreve uma nova história: "Vá e não peques mais!" É como se o Éden fosse redimido. É Deus dizendo à sua filha: "É melhor ficar comigo!" Não peque! Mas, como o mesmo João vai escrever depois: "mas, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo" (I João 2.1).

Por causa de Jesus sei que sou livre!


Um comentário meu: Excelente texto. Me chamou a atenção além do se colocar no lugar, claro, o seu poder de colocar o ser humano frente a frente com si mesmo. Como o autor diz: "Eles queriam um espetáculo do terror, e Jesus lhes deu um: em suas próprias mentes". Sei que é esdruchulo, mas lembrei daquele golpe do Ikki de Fênix, personagem do anime Cavaleiros do Zodíaco. No entanto há duas diferenças fundamentais nisso entre Ikki e Jesus. Ikki é um personagem de ficção, Jesus é real e claro Jesus dá uma lição de amor, o alvo é levar os acusadores ao amor e não a morte.

domingo, 18 de setembro de 2011

Secular ou sagrado? A espiritualidade de uma ciclovia

Por Bráulia Ribeiro
Tenho um pé de carambola no quintal que dá o ano inteiro. Tenho orgulho deste quintal com sete tipos diferentes de frutas. Custou pra crescer neste solo desértico da Amazônia. Desértico sim, infelizmente, o solo daqui quando se tira a floresta nativa. Sobra nada quase, o sol escaldante, e as plantas teimosas da capoeira. Chegamos nesta terra a mata já havia sido tirada, nos sobrou o capoeiral. Depois de anos o  capoeiral virou pomar e olho para sua abundância com uma surpresa constante. Redenção é  possível para a terra também.
Mas só existe um certo número de coisas que se pode fazer com carambola. Dá pra fazer suco, doce, geléia, com um certo esforço dá pra colocar em pratos salgados. Tentei outro dia imitar o Alex Atala, mestre das misturas inusitadas,  e fiz frango com carambola. O resultado saiu no mínimo duvidoso. Lá  ficam então as carambolas inusáveis,  madurando esperando ser colhidas até que caem desapontadas pelo chão.
Fui visitar a cadeia de adolescentes da cidade. Sei que não se chama cadeia, e que não deveria se parecer nem de longe com uma, mas é uma cadeia sim com todas as mazelas que isto significa. Celas cheias e imundas, confinamento integral, violência, sexualidade perversa e inflacionada, falta de opções de aprendizado, de reconstrução pessoal.
De um lugar destes não se volta. Seu corpo sai, mas sua alma fica lá presa com jovens franzinos, sedenta de ar e respostas. Me chocou saber que uma grande porcentagem deles vieram de famílias evangélicas, as paredes perplexas estão cheias de “Jesus Salva” convivendo com palavrões.
O que aconteceu com o poder do nosso evangelho? Há algo de podre no reino da Dinamarca. Outro dia pisando numa carambola e noutra que apodreciam doces debaixo do pé, não deu pra evitar uma comparação mental conosco no Brasil de hoje. Do mesmo jeito que o fruto pelo seu excesso me cansou, nós também reduzimos a mensagem do evangelho a um significado só. Apenas a salvação importa, apenas encher as cadeiras dos templos. Tentamos ser relevantes, mas nosso fruto é sempre o mesmo.
Temos um sabor só, uma cor, um fruto só: religião.   Se vamos ao presídio de crianças falamos de salvação, o que não é nada novo para os presos,  se vamos a TV falamos de salvação, se vamos ao congresso achamos que ao colocar a Bíblia na tribuna e evangelizar mais deputados, estamos mudando a sociedade. Usamos dinheiro público para construir catedrais, beneficiamos os crentes com leis circunstanciais e oportunistas.  Se fazemos trabalho social o fazemos na maior parte das vezes para poder “converter” mais pessoas. Todos nossos esforços estão voltados para produzir um único fruto: mais prosélitos em nossos templos. Pensamos em nossa tarefa como sendo unicamente a de salvar indivíduos.
Usamos o óculos grego para ler a Bíblia. Na cosmovisão greco-cristã influenciada pelo platonismo a alma/espírito do indivíduo é a única matéria prima possível para a ação do Espírito Santo com um produto único mais óbvio, a sua salvação deste mundo material corrupto para o perfeito mundo do espírito.
Se restaurarmos a compreensão tribal da mensagem de Deus, recuperamos dois pilares fundamentais na visão de mundo judaico-cristã, a identidade social, e a visão do ser humano como um todo, espírito e matéria.  Entendemos que o grupo, assim como o indivíduo, também pode ser ou não “salvo”, refletir ou não os valores de Deus na prática social, nas leis, na forma de ser cidade.  Existe a  dimensão sociológica do amai-vos uns aos outros.
Temos que entender o plano de Deus para a sociedade como um todo. Expressar o amor para a sociedade à partir de nossa identidade coletiva é parte da nossa missão tanto quanto lutar pela salvação de seus indivíduos.
Se pensássemos o cristianismo além da mera salvação, saberíamos   o projeto concreto de Deus  para o mundo de negócios, para as artes, para o sistema educacional, para a administração pública. Haveriam outros frutos possíveis para nossa fé evangélica, além de igrejas cheias. Trabalharíamos com a essência divina da sociedade humana antes que ela se desintegrasse, abraçaríamos a  cidade antes que nela se instalasse o caos.
Olhando as carambolas apodrecidas debaixo do pé, comecei a sonhar com uma cidade melhor, onde as igrejas se uniriam para urbanizar seus bairros. Como prova de amor pelo bairro construiriam praças e áreas de lazer. Imaginei que um arquiteto cristão poderia  fazer o projeto de uma ciclovia linda, arborizada, de graça, a prefeitura apoiaria, os crentes mesmo plantariam e cuidariam de muitas árvores nas ruas para sombreá-la como prova de nosso amor pela meio-ambiente e pela cidade. Os jovens poderiam executar o projeto. A ciclovia iria trazer para a população que depende da bicicleta para se transportar um senso de valor e dignidade.
Imaginei que se amássemos a cidade, os artistas que se sentam aos domingos em nossos bancos sairiam às ruas e fariam oficinas para crianças ociosas, e na tinta elas encontriam as cores que faltam em suas vidas.  Nossos cantores entreteriam nas praças os velhinhos e os pobres com suaves serenatas. Belos jardins seriam construídos a cada três ruas, e que as crianças da rua participem de seu cultivo…
Se amássemos a cidade, seríamos capazes de  articular nossa visão de mundo tão bem e as pessoas se apaixonariam  pelo modelo social exemplificado por nós. Mostraríamos na prática o amor incondicional e integral de Deus para todas as pessoas, independente de cor, classe social, gênero. Não guerrearíamos com a sociedade, mas ao contrário, nos uniríamos a ela para combater problemas e propor soluções. Mas por enquanto só temos um fruto evangélico que cansamos de usar da mesma maneira sempre  e que agora apodrece no chão em meio a pacotes de dinheiro e  documentos rasgados e queimados.

 

sábado, 3 de setembro de 2011

Deus não é um homem Branco (Gungor )

Gungor .: Deus não é um homem Branco

Vale a pena. procure entender o que esse vídeo nos convida a pensar. Quem é Deus para mim?
É certo que Jesus é o Deus eterno vindo ao mundo, mas a maneira como nós projetamos nossa crença nem sempre vai de encontro com o que de fato Deus Jesus é.



Buscando o Verbo encarnado,
Jorge Tonnera Jr.

sábado, 27 de agosto de 2011

Minha Gente

Por Ariovaldo Ramos

Jesus pergunta aos seus alunos, o que o povo pensa dele, como o ser humano por excelência, o Filho do Homem.

Os alunos responderam que o povo1 o comparava com João, o batista; com Elias; com Jeremias; ou com algum dos profetas.

Profetas, estes três, representantes, respectivamente, do juízo, da ira e do castigo de Deus.

Jesus, então, sem fazer comentário sobre a opinião popular, pergunta aos seus alunos, o que eles diziam dele.

Pedro responde: O Senhor é o Messias, o Filho do Deus Vivo!

A magnífica resposta de Pedro: O Senhor é o Ungido, que os profetas anunciaram que viria para nos libertar, e o Senhor é o Filho do Deus do Universo! O Senhor é o Libertador, e o Senhor é o Deus, também! O Senhor é o Rei Ungido do Salmo 2, e o Senhor faz parte de Deus, em Deus há mais de uma pessoa, e o Senhor é uma delas! O Senhor é Deus que veio em carne e osso para nos libertar!

E Jesus diz a Pedro: Pedro você é um homem feliz!

Você sabe isso porque o meu Pai, que é e está, infinitamente, além de qualquer criatura, contou para você, nenhum ser humano contou ou o poderia contar para você, e não tem nada a ver com nenhuma capacidade humana que você possa ter.

Eu vou reunir um povo em torno dessa verdade. A gente, para quem, a exemplo do que fez a você, o Pai contará quem eu sou.

Essa gente será salva por mim e me adorará: se arrependerá de ser diferente de mim, na sua natureza, no seu relacionamento com o Pai, no relacionamento consigo mesmo, no seu relacionamento com o próximo e com toda a criação; e permitirá que o Espírito Santo a transforme (a pessoa e a comunidade) em gente como eu; essa  gente entregará a si e a tudo que pensava ter (uma vez que tudo é do meu Pai) a mim; e viverá por mim e para mim.

Essa minha gente não morrerá para sempre, porque eu a ressuscitarei no último dia, e essa minha gente, no dia a dia, atacará e derrotará todas as manifestações da morte: nas relações da sociedade; na política; na economia; na religião.

Essa minha gente demonstrará e ensinará o significado da palavra justiça, como fruto do direito.

Minha gente viverá junta, será a minha presença na história, como um corpo, através do qual me manifestarei; será uma comunidade planetária e solidária (formada por muitas comunidades locais), demonstrando o que é viver sob o reinado de meu Pai. Deixando claro que o Homem à imagem e semelhança do DEUS é a unidade humana.

E tudo isso, Pedro, começará com uma mensagem que você pregará, e que será reproduzida por muitos em todos os cantos e nações do planeta, abrindo o Reino do Céu para a humanidade, falando de mim, A PALAVRA, para que a fé venha aos seres humanos que, por graça do Pai, derem ouvidos. E então virá o fim, ou melhor, o recomeço em estado glorificado e imune à queda. ©ariovaldoramos - em outras palavras


  1      Os contemporâneos de Jesus perceberam que Jesus falava sério de coisas sérias.
     O povo ouvia Jesus, reconhecia que ele tinha autoridade como nenhum outro, e viu e
     recebeu os milagres de Jesus, mas não o reconheceram. Por algum motivo, o Pai não
     lhes apresentou o Filho.

          A relação do povo com Jesus foi da admiração ao utilitarismo, houve uma época em
     que Jesus não podia mais descer do barco, porque as pessoas descobriram que
     bastava tocar em Jesus para ser curado e pulavam nele (Mc 3.9,10)

http://ariovaldoramosblog.blogspot.com/2011/07/minha-gente-mt-1613-19.html

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Nem Monge, Nem Executivo



Nem Monge, Nem Executivo é um livro de meditações bíblicas de Paul Freston sobre a vida e o ensino de Jesus Cristo.
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